NAMM 2

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CARVIN LEGACY II STEVE VAI SERIES

O novo amplificador passou a ter 3 canais em lugar dos 2 anteriores. Temos agora os canais clean, o lead e o clean-boost. Foi acrescentado também uma saída de 25 watts, somando-se às de 50 e 100 watts. Cada canal tem seu volume, mais um volume master que permite ajustar a saída final, por exemplo, sem mudar a saturação ou tonalidade.

O canal novo tem controles de tone, drive e volume. Os canais antigos continuam com controles de volume, baixo, médias e altas, além de presença para o canal lead. Foram mantidas as 5 válvulas 12AX7 (V1, V2, V3 Groove Tubes) e as Quad EL34. Há switches de impedância (4, 8 ou 16 ohms) e de bias (5881, 6L6GC ou EL34).

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FIRST ACT GREEN GUITARS

A First Act é uma pequena fabricante de Boston, que produz guitarras, amplificadores e instrumentos voltados para a iniciação e formação musical, como flautas, pads de percussão, sopros e até brinquedos musicais para bebês. Mas não brincam em serviço, mantendo, pra começo de conversa, um estúdio interativo para teste de produtos aberto ao público na Boylston Street 745. (studio@firstact.com)

Sua maior novidade no entanto é uma guitarra totalmente fabricada de bambu, braço e corpo, numa tentativa de autosuficiência na obtenção de matéria prima. O bambu tem uma sonoridade tão boa quanto as melhores madeiras para instrumentos, e cresce em tempo recorde. O acabamento também é com selante natural, mantendo um visual simples, bonito e ecologicamente correto. Preço sugerido: US$ 299,99
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WASHBURN & PARKER TIMELESS TIMBER SERIES

Por volta do ano de 1800, jangadas com madeira eram lançadas pela região norte-americana dos Grandes Lagos, carregando a primeira colheita de uma plantação de maple (bordo) em direção às cidades onde se concentravam as indústrias onde seriam utilizadas. No caminho, muitas dessas jangadas afundaram e foram dadas como perdidas.

Em um esforço ecológico, as fabricantes de guitarras Washburn e Parker estão agora salvando o valioso material e os usando na que chamam de Timeless Timber Series, e produzindo lotes reduzidos de 25 instrumentos por vez. Um cuidadoso processo de secagem lenta mantém intacta a estrutura celular do maple, que ficou  conservado em águas geladas por cerca de 100 anos.

Os resultados são instrumentos únicos, que além de serem chamados de “green guitars” (guitarras verdes) têm alta qualidade de timbre. Muitas outras marcas estão se voltando para a escolha de madeiras certificadas, com preocupações ambientais. Um dos resultados pode ser visto na foto, a guitarra Parker Nitefly Mojo Timeless, com captação Seymour Duncan.

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FISHMAN MINI LINE ARRAY

Já conhecida por seus excelentes captadores para violões, a Fishman lança um interessante sistema de amplificação para instrumentistas que atuam sozinhos em um palco. O SoloAmp é um amp e um P.A., com 2 canais pré-amplificados com equalizador de 3 bandas e phantom power, reverb, controles de fase e microfonia,

Seu visual é de um verdadeiro “mini line array”, com 6 mid-woofers de 4′ com magneto de neodímio e um tweeter de 1′ com controle de volume separado, com 200 watts para os mid-woofers e 20 para o tweeter. Tem mais: saídas XLR balanceadas para os 2 canais e mix, pedal de mute, afinador e case. Assista a uma demo do mini line array em http://www.fishman.com/products/details.asp?id=106

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GIBSON HD.6X ProO

A captação individual das cordas da guitarra sempre foi uma encrenca grossa para o desenvolvimento da guitarra sintetizada, MIDI, digital, enfim, qualquer forma de amplificação e transdução capaz de otimizar a evolução do instrumento, ao longo de décadas. Eis que a Gibson aparece com um modelo novo, com a qualidade da marca aliada à tecnologia.

Começando pela captação, a Gibson batizada de HD 6X Pro, com o apelido de HD LP, tem um captador hexa entre a ponte e o tradicional humbucker vizinho, que manda sinal de cada corda separada e digitalizada. Há uma ajuste de ação para cada grupo de 2 cordas (1,2 – 3,4 – 5,6), que possibilita ajuste fino suficiente para o envio hexa dos sinais.

Mas a atração principal do sistema é o “Bob”, um Breakout Box que permite rotear qualquer combinação dos 6 sinais para qualquer destino. Isso significa que você pode usar 6 amps, um para cada corda, usar 6 canais para endereçar cada corda a um efeito ou pista de sequenciador, ou a imaginação do guitarrista é o limite.

Para passar o sinal das 6 cordas sem atraso, criaram um cabo chamado de MaGIC – Media-accelerated Global Information Carrier, que é um cabo Ethernet que trasmite os sinais em mão dupla, com baixa latência e capacidade para suportar grandes comprimentos. Tudo isso numa Les Paul de maple, braço de mahogany e escala de ébano.

Os captadores “normais” são um humbucker 490R no braço e um 498T na ponte, além do Gibson Hex Pickup 681-2031. Dois controles de volume, dois de tone, chave de 3 posições, saída de monitor TRS com jack 1/8″, saída RJ45 digital e saída analógica 1/4″ para os humbuckers, um total de 8 saídas (6 cordas no hex + 2 humbuckers).

Tem mais na saída RJ45: há um phantom power de 5V na entrada de mic e entrada para 2 canais digitais para monitor estéreo e fones. O único defeito é a cor, só tem azul metalizado, o que faz com que os torcedores do Cruzeiro, São Caetano, Grêmio e outros azulados sejam privilegiados. Só compro quando lançarem em pig-green.

DISNEY STAR GUITARIST

Depois do lançamento de games que fazem as pessoas pensarem que tocam – como os DJs – vários fabricantes e desenvolvedores correm para aperfeiçoar seus produtos. A Disney, aquela mesma do Pato Donald, Mickey e Cia., lançou, junto com a Washburn, o Disney Star Guitarist, que pode ser usado com uma guitarra “normal”. Usando o mesmo sistema do Guitar Hero e Rock Band, o software tem um periférico que acopla cordas especiais ao sistema, e custa 200 dólares. Um software semelhante para teclados e vocais também estará sendo lançado em meados de 2009.